Quisera eu ter o privilégio nobilito de aclarar com fidelidade certos sentimentos humanos. Faltam palavras no rico vocabulário de nossa língua para o tal.
Falo de sentimentos às vezes encarados como tolos ou absurdos, mas onde está a linha que separa o real do impossível nos sentimentos?
Tudo isso é para aclamar o poder da afeição, a propensão de amar.
Ilusão pensar que vivemos por nós mesmos, pura ilusão a auto-suficiência. O toque, o sentido, o carinho são necessários.
O valor da preciosidade está além do visível aos olhos. A alma tem sua janela, mas olhar não é suficiente para ver.
O tempo, a dedicação, a sinceridade dos sentimentos que concedemos é que faz diferente a sua flor das demais no jardim.
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
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Um comentário:
As palavras que tendem a compôr uma dissertação sobre o amor, me intrigam. Outrora me fazem perceber o que significa, uma vez que já não sinto mais ...
Amante à moda antiga, já disseram uma vez. Raros hoje são, mas para toda a eternidade existirão.
Apoio totalmente isto.
Gostei.
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